sexta-feira, 6 de abril de 2012

***De um Tudo***


***De um Tudo***

Não tinha nada nesta vida, nem teu amor
Andava a êsmo, tão sentida, já sem vida
Um codinome, pois sem nome eu me encontrava
O mundo era tão cinza e tão vazio
Que dele conhecia todos cantos e recantos
Labirintos insondáveis e doentios
Tristes portos de partidas sem chegadas
Onde nuvens de fumaça evolavam
Recendindo o ranço podre d'alma morta
Onde tudo que eu tinha era um nada
Que moribunda, esfarrapada e decaída
Alienada em esgares doloridos
Onde a gema que eu via era sem brilho
E só acendia quando a luz do teu olhar
mirava o meu, refletindo o luar.
by
***RosaMel***

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4 comentários:

Osvaldo Heinze disse...

Oi querida Rosa!
Espero que muitos e muitos luares teus olhos reflitam!
Beijos de mel!

Rodrigo Bernardo disse...

gostei de conhecer seu espaço. muito legal.

***AMOR E MEL*** disse...

Olá meu querido amigo, gracias pela amada visita, grande abraço...

***AMOR E MEL*** disse...

Saudades de ti meu precioso amigo, feliz com tua iluminada visita....grande abraço e beijo de Mel

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